.:meus links:.
Clickable Image Comment Metamorfose
IdeiasaBUNDAntes
Portfólio Débora
Fotolog Dé
Fotolog Dê
Album Flickr Madelina
Gravuras Enviadas Grupo Gravura
Picturetrail
del.icio.us
Video Cronofobia
Video Inquisição
Video Auto-retrato Inodoro
Artelista
Printmakers
Album Revistas
Album Revistas II
Multiply
Saatchi-Gallery
Inst.Cultura em rede
Artmajeur


































DESAPARECIDOS: Clique aqui e coloque no seu Blog!
DivulgandoDesaparecidos.org


Zeca Baleiro e Zé Ramalho - Bienal




Saber Cultural
Biscoito da Sorte
gmail
Bol
Yahoo
Plástico Bolha
Postcrossing
Jogue Xadrez em QueenAlice.com
Puzzles
Puzzles
Jogos
Cultura Geral
Games
We Send You Our Blessings Jornais do planeta
Puzzles




























BlogBlogs.Com.Br






Participe da campanha Eu Sei Escrever







ARCHIVE

Photobucket



get toggler @ flooble















Daily Scripture Email List - www.TAGnet.org/scripture





lunar phases








Adopt your own useless blob!





Animal of the Day




www.flickr.com
This is a Flickr badge showing photos in a set called Gravura Sistemas Híbridos. Make your own badge here.













Locations of visitors to this page




eXTReMe Tracker
















madelinac conseguiu seu Neopet em http://www.neopets.com





Who links to me?

PageRank



StumbleUpon Toolbar Stumble It!



This page is powered by Blogger. Isn't yours?


[Domingo, Novembro 16, 2008]

Banksy


É fatal que o homem conhecido como Banksy seja o maior artista de rua dos nossos tempos. O alcance global do conteúdo de suas obras, aliados à uma certa onipresença e a ousadia na escolha dos lugares a serem interferidos (a Disneylandia ou os pingüins do Zoológico de Londres) fizeram de seus stencils imediatamente reconhecíveis pelo grande público mas, a despeito disso, seu nome verdadeiro, ano de nascimento e cidade natal permanecem um mistério.
No último mes de janeiro, uma parede grafitada por ele fora vendida a 400 mil dólares e, meses depois, duas peças menores seriam avaliadas em 50 mil libras cada uma e postas em leilão junto com fotografias do Elthon John e Faye Danaway; desde o ano passado, pedaços de rua grafitados têm sido arrancados e vendidos no e-Bay a 20 mil libras. Tanto furor tem a ver com a crescente atenção e importância que as intervenções urbanas vêm ganharam nos grandes e médios centros urbanos de todo mundo depois de saírem da esfera da pixação pura – uma concorrência entre grupos e indivíduos pixadores cujo objetivo é, essencialmente, elevarem seus nome e assinaturas através do vandalismo mais arriscado. As intervenções urbanas são agora parte da chamada arte contemporânea pelo refinamento dos objetivos, referências das gravuras e complexidade das mesmas; são instalações artísticas à céu aberto que hoje dialogam com o aspecto do pixe (nada de tintas nobres, técnicas acadêmicas ou amenidades) e com as grandes galerias de arte.
Banksy é um dos cabeças-de-chave desse movimento que têm levado as ruas para dentro dos museus e a arte para transeuntes. Suas gravuras possuem um claro conteúdo político, rebelde, que se derrama em sarcasmos tão violentos quanto sutis: o soldado sendo revistado pela menininha, o guerrilheiro que joga um buquê de flores ao invés de uma bomba, a empregada varrendo a sujeira para dentro da parede, os dois assassinos de Pulp Fiction portando bananas ao invés de armas, ou portando armas, mas vestidos de bananas. São protestos que podem ser compreendidos e sentidos do mesmo modo por londrinos e colombianos, Banksy mexe com a cultura de massa, com os produtos e a miséria nossa de cada dia e depois embala tudo com tinta preta e referências à artistas contemporâneos como a fotógrafa norte-americana Diane Arbus ou o pop-artist Andy Warhol.

A genialidade do artista está lançada agora na Village Pet Store And Charcoal Grill, uma bizarra loja de animais animatrônicos (uma categoria de robôs originalmente criada pelos estúdios Disney) onde as grandes atrações são salsichas feito minhocas, câmeras de segurança, um chipanzé que assiste pornografia na Discovery Chanel e uma fazendola de McNuggets. A loja, na 7th Avenue ficou totalmente aberta ao público, dia e noite, até o Halloween e suas novas exposições são ainda desconhecidas .



por Mª Adelina Costa * 7:19 AM

___________________

[Domingo, Novembro 09, 2008]


Somente pela arte podemos sair de nós mesmos,

saber o que enxerga

outra pessoa desse universo que não é igual ao nosso,

e cujas paisagens permaneceriam tão ignoradas de nós

como as por acaso existentes na lua.

Graças à arte, em vez de ver um mundo, o nosso, nós o vemos

multiplicar-se,

e dispomos de tantos mundos quantos forem os artistas originais,

mais diferentes

uns dos outros do que aqueles que rolam pelo Infinito e que,

muitos séculos depois

de se haver extinto o núcleo de onde provêm, chame-se este

Rembrandt ou Vermeer, ainda nos enviam seus raios especiais.



Marcel Proust - Em busca do Tempo Perdido

Pintura - Golden Adele de Gustav Klint


por Mª Adelina Costa * 9:10 PM

___________________


A arte de Theresa Honeywell

O trabalho dela reflete o interesse pelas "coisas de homem" com um toque feminino. A moto aqui em cima, por exemplo, é um grande símbolo masculino, mas que foi totalmente recoberto com uma espécie de "capa" todinha tricotada nos tons de rosa.


por Mª Adelina Costa * 6:52 PM

___________________

[Sábado, Outubro 25, 2008]



por Mª Adelina Costa * 7:22 PM

___________________

[Domingo, Outubro 19, 2008]

Edições do corpo: auto-retrato
A produção de conceitos de alguém sobre si próprio pode parecer hoje um algo que sempre esteve presente, mas foi a partir do século XIX que começamos a nos reconhecer como indivíduos, como seres únicos. A invenção da intimidade foi um sucesso e com ela vieram os diários, o cultivo das pequenas coisas privadas e a reunião de símbolos que nos representassem. A fotografia, que dava seus primeiros passos, foi fundamental para que pudéssemos nos reconhecer fora de nós mesmos e, principalmente, descobríssemos que era possível forjar identidades – verdadeiras ou não – para o público.
É provável que vivamos nos nossos dias uma revolução muito parecida. Quando as ditaduras se alastraram pelo globo, fossem comunistas, nazistas ou capitalistas, a massificação dos comportamentos, das roupas e até dos edifícios foi muito bem implantada tanto em prol dos benefícios da coletividade como dos benefícios do consumo. Hoje são poucas as pessoas que acham a coletividade o que há de mais atraente, o indivíduo voltou a ser seu próprio culto e, mais uma vez, a fotografia desempenha um papel definitivo.
A democratização das câmeras digitais é um dos maiores fenômenos da pós-modernidade. Tudo é fotografável já que não temos o inconveniente do preço dos filmes e das revelações, limitantes da quantidade de imagens que podíamos fazer. Hoje não temos mais esses detalhes com que nos preocuparmos, então tiramos retratos das nossas festas, das festas dos outros, da festa de desconhecidos, dos nascimentos, das aulas, da ida à padaria, das abelhas, da mesa do escritório...de tudo. Mas, principalmente, descobrimos o prazer de tirarmos fotos de nós mesmos acreditando na importância ímpar dos nossos cotidianos, das nossas intimidades, das pessoas, coisas ou animais que nos são queridos.
Os auto-retratos ou self-portraits tem uma função muito parecida com a que tinham as fotografias de estúdio há quase dois séculos atrás: editar o próprio corpo transformando-o em símbolo da classe social a que a pessoa pertenceria. Hoje, quando dispensamos fotógrafos em favor do timer das câmeras, podemos simbolizar só a nós mesmos. Isso pode dar a impressão de que vivemos um momento de esquizofrenia mas, percebendo a complexidade do processo, vê-se que não é assim; ao mesmo tempo em que queremos ser autênticos, queremos ter um referencial de grupo a que nos apegar, a onde pertencer – vejam que um auto-retrato nunca é tirado e guardado, queremos sempre publicá-los aqui ou ali, no Orkut, no My Space, no messenger... A internet é a convulsão desse fenômeno.

E é justamente em passeios pelos diversos sites de relacionamento da internet que podemos mergulhar nesse rico universo de auto-manipulações do corpo. Do que falam esses corpos? São livres ou controlados? Comunicativos ou silenciosos? O que significam e porque o uso de certos objetos, poses e roupas? Com perguntas desse tipo em mente, podemos descobrir muito sobre a nossa sociedade dita global e, por isso, muito sobre nós mesmos; seres inventados, nem dentro nem fora: seres, como pensou Foucault, na fronteira.

Auto retrato Inodoro = http://br.youtube.com/watch?v=3KiVtYpEKus



por Mª Adelina Costa * 8:25 AM

___________________

[Segunda-feira, Outubro 13, 2008]




You Belong in 1998



With you anything goes! You're grunge one day, ghetto fabulous the next. It's all good!



por Mª Adelina Costa * 5:54 AM

___________________

[Quinta-feira, Outubro 09, 2008]

"Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua..."

'Lua adversa' - Cecília Meireles


por Mª Adelina Costa * 5:13 AM

___________________



por Mª Adelina Costa * 5:00 AM

___________________


Ask Alice
Almofadas de crochê e feltro que reproduzem álbuns clássicos de bandas mundialmente conhecidas. Led Zeppelin IV, Beatles - White Album, Ramones - End of The Century, são apenas algumas das criações à venda no Toggle, site que concentra diversos artistas neozelandeses.


por Mª Adelina Costa * 4:49 AM

___________________

Turismo de souvenir


Tudo começou sem querer. Ele estava na plataforma de observação do rochedo Lorelei, que fica junto ao rio Reno, quando pegou um cartão-postal que daria para sua filha. Ao levantá-lo, o postal ficou exatamente no mesmo ângulo que a fotografia havia sido feita, criando um efeito que surpreendeu Michael Hughes. Isto foi em 1983. Em uma nova viagem, desta vez em terras americanas, ele reparou que uma xícara com a imagem da Estátua da Liberdade poderia ser colocada de forma a criar o mesmo efeito. Assim, ele começou um hobby que hoje conta com milhares de fãs.
Em suas dezenas e dezenas de viagens pelo mundo, o alemão de 56 anos fez cerca de 100 fotos que misturam realidade e souvenirs baratos. Imãs de geladeira, postais, copos de café, réplicas plásticas, entre muitos outros tipos de lembranças, viram incríveis fotografias em suas mãos. Ele que é fotógrafo freelancer, diz que embora muita gente faça imagens que brincam com a perspectiva de objetos, construções e pessoas, ele é o único a fazer este tipo de "trabalho". Umas das explicações é que Michael diz ser extremamente difícil repetir sempre os ângulos e é preciso uma série de combinações para se chegar ao resultado esperado. Ao chegar em um novo lugar, ele vai em busca de souvenirs, de preferência os mais baratos e depois tira cerca de cinquenta fotos até conseguir o ângulo ideal.

Sua brincadeira é quase obsessiva, uma vez que ele já fez viagens apenas para fazer fotos novas. Michael porém, colhe os frutos de um hobby único e já foi entrevistado até por Jay Leno, do mundialmente conhecido "The Tonight Show". Suas fotografias já tiveram milhões de acessos no Flickr (http://www.flickr.com/photos/michael_hughes/sets/346406/show) e as 20 melhores imagens que ele produziu viraram um livro chamado, naturalmente, Souvenirs.

Assim, um estojo de lápis substitui os famosos ônibus londrinos, um imã de geladeira assume parte da ponte Golden Gate e até um porta-caneta toma o lugar de pirâmides do Egito. Uma divertida e deliciosa maneira de ver o mundo e seus lugares mais visitados: com fotos e lembrancinhas...


por Mª Adelina Costa * 4:39 AM

___________________

[Sábado, Setembro 27, 2008]

News in IdeiasaBUNDAntes...


por Mª Adelina Costa * 7:17 PM

___________________



Cosme e Damião
A sua casa cheira
Cheira cravo, cheira rosa
Cheira flor de laranjareira


por Mª Adelina Costa * 7:14 PM

___________________



por Mª Adelina Costa * 1:02 PM

___________________

[Quinta-feira, Setembro 18, 2008]



por Mª Adelina Costa * 6:41 AM

___________________


Topiary, 2005
Louise Bourgeois


por Mª Adelina Costa * 6:37 AM

___________________